Pode Crê
Um podcast sobre temas variados e inspiradores, criado para motivar, transmitir esperança e despertar reflexões em quem ouve.
Quero receber convidados especiais para diálogos envolventes, repletos de histórias, curiosidades e ideias que ampliam horizontes.
Desejo que as pessoas reflitam sobre temas variados e se eu fizer 1 pessoa repensar e mudar de rota pra melhor já teria valido a pena esse podcast.
Como Pastor, compartilho experiências sobre a bondade de Deus; como músico, exploro de forma criativa e artística os diferentes aspectos do dia a dia.
Pode Crê
Mudança Verdadeira Começa Na Mente, Não No CEP
O que realmente muda uma vida: trocar de país, de emprego ou de mentalidade? Abrimos o coração e a pauta para separar insatisfação de inconformismo e mostrar, com histórias reais, como uma decisão simples e hábitos consistentes podem redesenhar sua trajetória. Do marco de 5 mil downloads à virada de chave que leva um carioca do calor ao snowboard, a conversa expõe medos, tentações da zona de conforto e o valor de pequenos passos que somam grandes resultados.
Exploramos por que o “depois melhora” raramente chega e como o medo do desconhecido fabrica desculpas. Falamos de mindset de crescimento, da plasticidade cerebral e de como erro vira informação quando a meta é aprender. Entramos no inverno americano e nos bastidores da saúde mental: criar uma atividade de inverno é mais do que lazer, é estratégia contra a depressão sazonal. Dividimos um roteiro prático para quem quer mudar de país ou de carreira: decidir com data, pesquisar com método, agir com microetapas, ajustar no caminho. Sem glamour, sem plano perfeito, com rigor e gentileza consigo mesmo.
Também iluminamos o papel de liberdade e oportunidade nos Estados Unidos, a vantagem competitiva da garra brasileira e o impacto de parceiros certos — cônjuges, amigos e mentores — que elevam o padrão silenciosamente. A fé entra como fundamento e direção, lembrando que a renovação da mente antecede qualquer mudança externa. Se você sente que aceitar o pouco nunca foi opção, este episódio oferece clareza, ferramentas e coragem para transformar incômodo em movimento.
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E aí, tudo bem pessoal? Aqui é o Clássico, o host do podcast Pode Crê. Hoje eu quero falar com vocês sobre a diferença de inconformidade e insatisfação. Apesar das palavras se parecerem muito, elas têm um significado muito diferente e seu apelo pode ser usado de forma positiva quando encarada sobre o prisma correto. Esse podcast é muito especial, porque registra a marca de 5 mil downloads. É incrível como cidades que eu nunca ouvi falar na minha vida, existam pessoas que comentam, divulgam e ouvem o nosso podcast. Muito obrigado a cada um de vocês, glória a Deus por isso. E eu trouxe alguém para falar com vocês, para nos ensinar e posicionar sobre esse tema. Por acaso é o meu sobrinho Juninho, que vai nos falar sobre esse tema tão relevante. Eu gostaria muito que você ouvisse, compartilhasse e também fizesse o download desse vídeo. Isso é muito importante para nós. Eu escolhi esse tema porque fala com todos, em todos os aspectos. É pra você que está inconformado e inconformada e deseja mudanças na sua vida. Espero com carinho e humildade que fale muito com você. Esse é o seu podcast Pode Crê. Bem, primeiramente, qual é a diferença de uma pessoa inconformada com alguém insatisfeito? Basicamente, uma pessoa insatisfeita é alguém frustrado, descontente. A pessoa inconformada é alguém que se indigna e busca de alguma forma mudanças para sua vida, sua empresa, casamento ou outros aspectos parecidos. Ou seja, uma gera ação e a outra gera apenas um sentimento. Eu não quero que você leve esse episódio para o lado financeiro ou ostentativo. Não é sobre sair de Bangu e vir para os Estados Unidos. Não é sobre geografia, mas sobre estado mental. Nós temos muitos amigos que moram em Bangu e que têm uma saúde mental vitoriosa, assim como conhecemos pessoas que moram nos Estados Unidos e que estão com as suas mentes prostradas. Não é sobre ter e sim sobre ser. Juninho, primeiramente, muito obrigado por você nos ajudar a estar aqui hoje falando um pouco sobre esse tema, sobre conformismo e sobre insatisfação. Muito obrigado, porque nós viemos do mesmo local, lá de Bangu. Éramos da periferia. Mas eu quero fugir do tema de Bangu para Boston. Eu quero falar sobre estado mental, sobre mudança de postura. Os hindus chamam isso de casta. O brasileiro chama de classe social. Para você, qual é a maior dificuldade de sair de um estado mental anestésico? Ou seja, aquele estado em que a pessoa está insatisfeita mais conformada.
SPEAKER_01:É muito difícil da pessoa sair da zona de conforto. A pessoa está naquela zona que ele conhece todo mundo, já está no nome, zona de conforto. Então a pessoa é confortável. Ela já sabe aonde ir, já sabe aonde pisar, já conhece todas as pessoas à volta. E quando você está nessa zona, essa zona te tranca, porque aí você não quer pisar no desconhecido, você tem medo. Para poder se proteger desse medo é quando você fica nesse meio. A zona de conforto, por mais que o nome dela é zona de conforto, muitas das vezes, quase que 98% das vezes, ela não é confortável. Eu sempre procurei buscar coisas novas, aprender coisas novas. Eu acho que esse é o principal combustível para que você saia dessa zona.
SPEAKER_00:Muito interessante, Juninho, porque dizem que crescer dói. Um livro de Carol Duack, muito lido ultimamente, chamado Mindset, tenta ensinar as pessoas que erro não é fracasso, mas sim uma oportunidade de aprendizado. Aliás, esse livro fala sobre o fato da mente ser plástica, ou seja, nós podemos aprender a obter habilidades que nunca sonhamos ter. Por exemplo, você, Juninho, veio de Bangu. Bangu e neve nunca estiveram na mesma frase. É um calor insuportável lá. Parece que moramos na tampa de um vulcão. Interessante que hoje você poderia se classificar como um snowboarder amador. Ou seja, um surfista da neve amador. Como alguém que veio de Bangu se apaixona por um esporte como o snowboard e pratica tão bem? Porque também isso é uma mudança de estado mental. Fala pra gente sobre essa transição.
SPEAKER_01:Pra mim, eu tive medo da depressão. Eu tive medo de passar coisas que eu vi muitos passarem em climas frios. Aqui durante o inverno, o brasileiro tem medo de querer fazer algo novo. Então ele fica preso dentro de casa, muitos deles depressivo, porque não há o que fazer, não tem praia, o clima é frio, ninguém está na rua brincando, ninguém está na rua conversando. Então eu procurei fazer assim, olha só, correndo da depressão, deixa eu procurar alguma atividade para que eu possa estar em movimento. Obviamente, algo que eu gosto, que seria adrenalina, e foi basicamente esse o meu combustível. Agora, vamos lá, se você me perguntar, Júnior, como é que você ficou tão bom nisso, cara, eu sou um cara atleta, eu joguei futebol por muitos anos, e eu sempre gostei de andar de skate, até no Brasil mesmo. Então, quando eu vim pra cá, eu falei, bom, deixa eu ver o que eu consigo fazer aqui com o skate que vai ser semelhante. E aí tive, durante o inverno, a opção de estar fazendo ski, ou então estar fazendo snowboard. Como o snowboard é uma prancha só, eu decidi partir pra ele porque era muito semelhante à base do longboard, né? Que é aquele skateboard long que o pessoal manda na praia, que é muito comum. Então foi basicamente isso. Eu decidi gostar disso. Acho que foi essa a ideia. Foi muito difícil no começo, mas a partir de algumas vezes que eu fui na montanha, eu fui pegando as habilidades que deveria e, enfim, hoje, graças a Deus, gosto muito do que faço, inclusive na minha casa eu tenho uma pista.
SPEAKER_00:Interessante isso, porque talvez as pessoas que estejam nos ouvindo do Brasil, por exemplo, ou de qualquer outro país do mundo que não haja inverno tão castigante como o nosso, não imagina que nós passamos oito meses praticamente num frio congelante e quatro, cinco meses embaixo de neve. Ou seja, uma atividade no inverno é fundamental, é crucial para fugirmos da depressão do inverno, o que é a depressão azul? Alguém que está lá no Brasil nos ouvindo agora e está inconformado com a sua situação profissional, financeira e deseja morar na Irlanda, no Canadá ou em qualquer outro país. De maneira prática, sejamos pragmáticos e tangíveis aqui. Qual deve ser o primeiro passo dessa pessoa, Juninho?
SPEAKER_01:O primeiro passo que deve ser tomado, pra mim, que foi o passo que eu tomei, foi decidir. Bem simples. Parece que é simples, mas muita gente complica, tá bom? A gente tem que decidir, decidir fazer algo diferente, decidir buscar algo novo. Então, acho que essa decisão inicial é o principal. Muita gente confunde. Ah, beleza, eu não estou conformado e tudo mais, deixa eu ficar por aqui. Ou deixa eu ver se aqui vai melhorar. Mas talvez no futuro vai melhorar. Infelizmente não vai. Três falar isso, mas não vai. As coisas só vão mudar quando você mudar. Bem simples. Então, decidir, tomar uma decisão.
SPEAKER_00:Legal você falar sobre isso, porque muitas pessoas querem sair do Brasil, mas nem tirar o passaporte ainda. Então, o primeiro passo, realmente, como o Juninho disse, é você tomar uma decisão e agir em relação a essa decisão tomada. Então, deu o primeiro passo, como um livro que eu li chamado Make Your On Bad, um livro de um oficial da Marinha, em que ele diz que a primeira vitória do dia é você fazer a sua própria cama. Nós precisamos ter hábitos atômicos, pequenas decisões que vão crescendo e formulando uma decisão maior. Então a primeira decisão é você realmente dizer eu quero e eu vou agir em relação a isso. Juninho, eu sou completamente apaixonado pelos Estados Unidos. Eu amo esse estilo de vida, the American Way, essa liberdade, o respeito que as pessoas aqui têm pelo ser humano. Hoje você é um cidadão americano. O que os Estados Unidos pra você representa quando se fala de mudança de estado mental?
SPEAKER_01:Os Estados Unidos representa liberdade, assim como você acabou de falar. Aqui você pode tudo. Aqui você tem acesso a tudo. E eu não estou só falando coisas materiais, estou falando em geral. Aqui você pode ser o que você quiser ser quando você quiser ser. Ao contrário de outros países, os Estados Unidos é um dos poucos países que você pode trocar o seu caminho hoje ainda. Você pode decidir hoje que você quer virar um piloto de helicóptero. Você pode decidir hoje que você quer virar um astronauta. Exatamente hoje. Ao contrário do Brasil e de vários outros países do mundo, você nasce uma coisa e muitas das vezes morre aquela coisa. Aqui não, aqui depende somente de você. Então, eu acho que pra mim, os Estados Unidos se define a oportunidade.
SPEAKER_00:E eu quero falar um pouquinho também com os nossos ouvintes. Eu quero apelar pra você que está nos ouvindo. Não se conforme. Não se conforme com a enfermidade, com o casamento que não está da maneira que você gostaria. Não se conforme com a sua vida financeira se ela não está como você sonhou. Lute. Tudo começa pela mente. A própria Bíblia nos fala isso. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-o pela renovação da vossa mente. Livre-se das desculpas que você mesmo designou. Não seja alguém insatisfeito, mas inconformado se preciso. E os Estados Unidos nos deu, para mim e para o Juninho, para todos os imigrantes que estão aqui há muitos anos, a oportunidade de transformar uma insatisfação no inconformismo e assim mudarmos de vida? E não estamos falando de status social, não estamos falando de ostentação. Estamos falando sobre mudança mental, mindset, uma mudança da sua maneira de ver a vida. Pergunta pra você, Juninho. O que o brasileiro possui que pode ser usado ao seu favor quando se trata de mudança de estado mental?
SPEAKER_01:O brasileiro, pra mim, ele é único no mundo inteiro. O brasileiro, a energia do brasileiro, a garra do brasileiro e a determinação de muitos brasileiros é o que faz a nossa diferença. Quando saímos de um país que a oportunidade não é tão bem-vinda e chegamos em um país que aqui é farto de oportunidade, meu amigo, o brasileiro quando vê isso, ele abraça, ele corre atrás, ele vai além. Então, evoluir aqui como povo brasileiro é quase que impossível. O camarada tem que se esforçar, literalmente, se esforçar para não prosperar aqui nessa terra.
SPEAKER_00:Realmente, o brasileiro é um caso a ser estudado. A garra, a determinação dele é algo invejável. Bom, pessoal, como eu disse e tenho repetido, não estamos falando de ostentação e nem de geografia, mas sim sobre estado mental. Juninho, você está indo para a Suíça esquiar com seus amigos, lá nos Alpes suíços. Se você pudesse voltar na sua infância, você viria um Juninho sonhador que nunca havia saído de Bangu. E agora você mora aqui nos Estados Unidos e está indo esquiar nos Alpes com seus amigos. O que aquele Juninho tinha que te fez chegar aonde você chegou, que não pode faltar pra ninguém que quer vencer um estado mental derrotista de um modo geral?
SPEAKER_01:Rapaz, eu nunca pensei nessa pergunta, sinceramente. Olhando pra trás, 10 anos atrás, por sinal, que é o tempo que eu tenho aqui, eu nunca imaginei que a minha vida ia chegar nessa direção, nesse ponto que chegou hoje. Agora, eu poder me imaginar na Suíça, esqueando 10 anos atrás, eu posso confirmar pra você 100% que isso nunca passou pela minha cabeça. Eu acho que isso aí eu devo a Deus, obviamente. Se não fosse ele, eu jamais estaria aonde estou. Mais uma vez, não tô falando de bens materiais nem nada, somente o meu estado mental, que eu acho que esse é o mais importante. O homem que não cuida da mente, infelizmente, ele vai ficar pra trás em geral, em geral. Então, eu acho que o estado mental é o principal. Às vezes você está passando por um momento, nesse exato momento, que é muito difícil, mas se você não tiver com esse estado mental no lugar, infelizmente você não vai conseguir sair dele. Então, acho que o estado mental vai além da sua realidade. Agora, eu jamais ia poder imaginar que agora no próximo mês eu ia me reunir com cinco amigos americanos e ia falar assim, pô, vamos ali pra Suíça e esquiar. Não, isso nunca passou pela minha cabeça. E graças a Deus, hoje eu tenho a oportunidade de estar fazendo isso.
SPEAKER_00:Com certeza vai trazer muitos vídeos, muitas fotos e segue o Juninho lá na rede social. Juninho, repete só mais uma vez o teu Instagram, por favor.
SPEAKER_01:É bem simples, segue o Egg.
SPEAKER_00:Segue o Eg, como é que é o spelling desse segue o Egg?
SPEAKER_01:Seria S-E-G-U-E-O-E. É que seria E-G. Então segue o Egg.
SPEAKER_00:Isso aí, gente, procura o Juninho lá. Juninho, nós temos sempre aqui o princípio de dar glória pra Deus. Eu vejo que você sempre glorifica o nome do Senhor por tudo o que acontece na tua vida, por tudo que Deus proporcionou a você. E uma outra pessoa que nós somos sempre gratos, e eu, particularmente, eu gostaria que você pudesse refletir comigo nesse aspecto, é a minha esposa, a Carla. Porque hoje eu devo tudo a Deus, primeiramente, glória a Ele, mas a Carla me motivou a buscar um outro estilo de vida para que eu pudesse trazer para ela conforto, para que eu pudesse dar a ela alguma coisa boa na vida. Então eu sempre olho para ela e penso, a Carla foi uma válvula propulsora para que eu pudesse crescer. Volto a dizer, estamos falando aqui de estado mental diferente daquele que nós tínhamos. Você é casado com a Bela. Vocês dois vão completar daqui a pouquinho 10 anos de casado, pais do Miles e pais da ela, que está chegando agora em julho. Qual a importância da Bela na sua vida e qual a importância de ter uma pessoa correta ao lado, ao seu lado, ao lado da pessoa que, por exemplo, quer mudar de vida. Qual a importância de ter uma pessoa correta ao seu lado?
SPEAKER_01:Meu amigo, eu costumo dizer que sem a Isabela, infelizmente, eu estaria talvez muito próximo do que eu era 10 anos atrás. Então, eu acho que ela foi a chave pra eu poder entrar nesse novo universo que hoje eu tive acesso. Graças a Deus. Obviamente, primeiro a Deus, Ele que colocou ela na minha vida, Ele que conectou a gente. Mas se não fosse por ela, meu amigo, eu não consigo nem te falar como é que a minha vida estaria hoje, sinceramente. Então ela foi literalmente a chave de ouro que abriu essas portas em geral. E assim como você disse, a Carla, ela fez com que você fosse mais além o mesmo pra Bela, inconscientemente, porque ela nunca veio falar pra mim, Júnior, você tem que fazer isso, tem que fazer aquilo. Mas eu, inconscientemente, pela pessoa dela, eu obviamente falei, bom, eu quero o melhor pra ela, eu quero o melhor pra minha família, o melhor pra todas as pessoas à minha volta. Então, eu acho que foi importantíssimo a vinda dela. Eu acho não, eu tenho certeza. A vinda da Isabela na minha vida foi a pessoa que literalmente abriu todas as portas pra mim.
SPEAKER_00:Muito bem observado, porque estar com uma pessoa ao seu lado é fundamental pras tuas vitórias. Então, escolha muito bem quem vai estar do seu lado. E eu quero falar com você mais uma vez, querido ouvinte. Sim, com você mesmo, isso é pra você. Seja uma pessoa inconformada. Não porque está tudo dando errado, mas porque aceitar o pouco nunca foi uma opção. Eu sei que desde cedo algo dentro de você diz que há algo mais, mais do que sobreviver aos dias iguais, mais do que repetir caminhos que não escolheu, mais do que silenciar sonhos para caber em expectativas alheia. Esse incômodo nunca foi confortável, como o Juninho falou no início. A zona de conforto não é um conforto. Na verdade, ela é uma ilusão. Pelo contrário, a tentativa de sair desse estado mental pesa, cansa, dói. Mas também empurra. Você quer vencer? Não vencer alguém, vencer a si mesmo, vencer os seus limites, que tentaram impor a você vencer a versão de quem quase desistiu quando tudo parecia travado. Porque vencer não é aplauso, como o Juninho mencionou, é liberdade. O problema é que o caminho nunca é reto. As barreiras aparecem em todo lugar. Às vezes são externas, falta de oportunidade, portas fechadas, pessoas que não acreditam, outras vezes são internas, medo, comparação, a sensação constante de que está atrasado em relação ao mundo. E talvez essa seja a mais cruel de todas. Mas olha só, avance, tropece, respire fundo, recomece. Eu sei que já pensou em parar, já pensou em se conformar, mas algo dentro de você sempre pergunta, é só isso mesmo? E essa pergunta não pode te deixar descansar. Eu queria que o Juninho fizesse as últimas considerações, que ele pudesse falar agora com aquela pessoa. Eu queria que o Juninho escolhesse um personagem, alguém de repente lá de Bangu, alguém que foi criado junto com ele, e que se ele pudesse conversar com essa pessoa, que representa as milhares de pessoas que estão nos ouvindo agora. Juninho, escolhe esse cidadão, essa pessoa, fale com ela, ela está conformada, ela está insatisfeita, não consegue sair desse estado mental. O que você poderia dizer para ela nesse momento?
SPEAKER_01:É muito comum as pessoas terem acesso à nossa vida. Então, como eu faço muitas postagens nas redes sociais, eu recebo muitas mensagens e muitas delas são muito semelhantes. Muita gente me pergunta, Júnior, como que eu faço para poder sair daqui e ir para onde você está ou ir para qualquer outro lugar fora do Brasil. E eu sempre falo, meu amigo, primeiramente, você tem que fazer aquela pesquisa mínima, né, cara? Que hoje em dia temos acesso à rede social, acesso a Google, a Chat GPT, então acho que o mínimo a gente é obrigado a saber. Primeiramente, obviamente, você tem que tomar decisão, né, meu amigo? Que só tirar o passaporte sem tomar decisão é em vão. Então, é isso aí. Você vai tirar o passaporte, aí você vai agora decidir pra onde você quer ir, obviamente. E através de redes sociais também você consegue ter acesso a pessoas que já estão nesse meio e descobrir direitinho como é a vida lá, se é realmente isso. Que você já ouviu falar, se é realmente isso que você quer pra sua vida, obviamente. Infelizmente, infelizmente, essa pessoa que eu tenho em mente, que é o caso de muitas pessoas, além de estar somente inconformada, mas não se mexe, seria a pessoa que nunca sai daquele meio, daquele meio dela ali, daquele convívio, mais uma vez, está presa naquela zona de conforto e não consegue parar de tomar a cervejinha dele no horário X, não consegue parar de sair pros mesmos lugares, e isso aí te prende, infelizmente, você fica preso às pessoas à sua volta. Isso aí te trava. Então, assim, se você está realmente inconformado, tome uma decisão e dê o primeiro passo pra que isso aconteça. E mais uma coisa também que trava muitas pessoas. As pessoas querem ter um plano perfeito em mãos pra poder sair. Infelizmente, não existe um plano perfeito. Você tem que dar o primeiro passo e ir passo a passo. Se eu visse a minha vida 10 anos atrás, hoje, talvez eu não teria saído de onde eu estava, porque deu muito trabalho, não foi fácil. Então, assim, eu acho que o principal é você dar o primeiro passo, e o primeiro passo vai te ligar o segundo passo, o segundo vai te ligar o terceiro passo e assim sucessivamente. Que essa é a mensagem que eu deixo pros nossos ouvintes.
SPEAKER_00:Verdade, as barreiras existem, elas são reais, mas não são o fim da história. Porque quem não se conforma, mesmo ferida, segue em frente. E cedo ou tarde transforma a resistência em caminho. E isso pode ser aplicado pra tudo, pra sua vida ministerial, pra sua vida profissional, sua vida acadêmica, sua vida matrimonial. Em todos os aspectos você pode aproveitar esses princípios. Juninho, muito obrigado por nos ajudar a enxergar melhor os aparentes fracassos como forma de aprendizado. Muito obrigado a vocês que nos ouviram. Talvez o seu amigo ou amiga precise ouvir esse episódio. E eu quero te pedir, compartilhe e não só compartilhe, mas também baixe esse episódio, esse podcast, que foi mais do que especial. Muito obrigado, Juninho. Deus te abençoe lá na sua clínica, na clínica Paiva, me relembro o nome. Paiva Health and Wellness. Que fica em Chalmsford. Deus abençoe, Deus abençoe na sua viagem também, que você possa voltar com muitas memórias. Muito obrigado a todos vocês que nos ouviram e lembre-se, Deus primeiro, acima de todas as coisas, o restante vai se colocar no lugar quando ele for o primeiro na sua vida. Amém. Esse foi o seu podcast, o podcast Pode Crer.
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