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Neymar O Último Camisa 10 do Brasil

Clecio Almeida Season 2 Episode 42

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Neymar divide o Brasil porque ele não passa despercebido: ele provoca, emociona, irrita, inspira e, no fim, faz todo mundo parar quando a bola rola. A gente parte da ideia do “último camisa 10” para falar do que está por trás do craque: a espontaneidade que trouxe de volta o futebol arte, o sorriso que virou munição para críticas e a coragem de continuar sendo ele mesmo num mundo que exige personagens perfeitos. Entre dribles e lembranças do Santos, aparece uma pergunta incômoda: por que tanta gente tenta reduzir a grandeza de um dos maiores nomes da geração?

No meio do caminho, a conversa encosta no ponto que mais pesa: a responsabilidade de “salvar” a seleção brasileira. Quando ele joga, é obrigação; quando se machuca, é culpa; quando chora, é fraqueza; quando sorri, é falta de compromisso. A gente discute como essa régua torta nasce da mistura entre futebol, rede social e guerra de opiniões, e por que isso cria um ambiente de perseguição constante. Ao mesmo tempo, lembramos o que não dá para apagar: números, respeito internacional, impacto cultural e a influência direta em milhões de crianças que passaram a jogar bola, vestir a 10 e acreditar na magia.

A Copa do Mundo 2026 aparece como horizonte e despedida: a última chance, a esperança do hexa e a possibilidade de ver um Neymar mais maduro, mais inteligente e menos sozinho, cercado por uma geração que divide o peso. A gente também puxa o lado que quase não vira manchete: o Neymar pai, a família, a humanidade por trás do rótulo, além do debate sobre fortuna, publicidade e marca pessoal no marketing esportivo. Se você quer entender por que ele ainda é a maior faísca emocional do futebol brasileiro, dá o play até o fim.

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Neymar, Paixão E Esperança Do Hexa

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Neymar, o último camisa 10 do Brasil. Existe uma frase que diz que o Brasil é o país do futebol. O Brasil é o país de Neymar. Porque goste ou não, ninguém mexeu tanto com as emoções do povo brasileiro nos últimos 15 anos quanto Neymar Júnior. Hoje nós vamos falar sobre o homem por trás do craque: o pai, o filho, o menino da vila, o brasileiro que virou ícone mundial e também um homem que muitas vezes foi injustamente transformado em alvo. Esse episódio é sobre paixão, sobre perseguição, sobre família e sobre futebol, claro. E ainda mais sobre a esperança de ver o Brasil campeão mundial ainda esse ano. Porque em 2026, milhões de crianças ainda sonham ver Neymar sorrindo com a camisa do Brasil, como eu gostaria de estar em New Jersey, aqui pertinho de mim. Mas o ticket a 1.500 dólares realmente não dá. Mas eu estarei torcendo pelo Brasil, e por Neymar, claro, aqui no seu podcast, o Podcast Pode Crer.

O Menino Da Vila E O Futebol Arte

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Quando Neymar apareceu no Santos, ainda adolescente, o Brasil sentiu algo diferente. Ele não era apenas habilidoso, ele tinha magia, aquela ousadia brasileira que parecia esquecida. Driblis rápidos, alegria, irreverência, o sorriso no rosto, a coragem de partir pra cima sem medo. Neymar trouxe de volta o futebol arte. Enquanto muitos jogadores eram treinados para serem robóticos, Neymar continuava jogando bola como uma criança brincando na rua. E talvez seja exatamente isso que incomode tanta gente, porque Neymar nunca deixou de ser espontâneo, nunca virou um personagem frio, nunca fingiu ser alguém perfeito, nunca viveu tentando agradar todo mundo, e no mundo atual isso cobra um preço enorme.

Críticas, Perseguição E O Peso De Salvar

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Nos últimos anos, parte da internet decidiu transformar Neymar em vilão, muitas vezes não pelo futebol, mas pelas suas opiniões, pela forma como vive, pela maneira como pensa. Existe gente que simplesmente não aceita que um atleta possa ser conservador, ter valores familiares, defender suas crenças ou pensar diferente da maioria da mídia. E começou uma tentativa constante de diminuir o que ele faz. Se joga bem, é obrigação. Se se machuca, é culpa dele. Se sorrir é irresponsável. Se sai com os amigos, não é profissional. Mas, curiosamente, os mesmos que criticam Neymar 24 horas por dia continuam falando dele todos os dias, porque no fundo até quem critica sabe da grandeza que ele tem. E é claro, isso traz engajamento. Neymar carregou durante anos no peso absurdo de ser o salvador do futebol brasileiro. Ronaldo tinha Cacá, Rivaldo, Romário tinha Bebeto, Pelé tinha Rivelino e companhia, e Neymar não tem ninguém que chegue perto dele, do seu futebol, para fazer aquele um 2 dentro da área. Simplesmente ele é um Raoni, um guerreiro solitário. Uma responsabilidade que talvez nenhum jogador, depois de Pelé, tenha recebido de forma tão intensa, enquanto outros craques podiam errar em paz, Neymar era julgado por absolutamente tudo, e mesmo assim os números falam por ele. Artilheiro histórico da seleção brasileira. Um dos maiores jogadores da geração, Hidro dos Santos, ícone do Barcelona, respeitado mundialmente e ainda assim nunca tratado no Brasil com carinho proporcional ao tamanho de sua carreira. Eu escutei um jogador português que jogou contra o Neymar dizendo: Eu não compreendo porque ainda existem dúvidas de levar Neymar para a Copa. Não faz sentido esse tratamento que ele recebe.

Crianças, Legado Cultural E A Camisa 10

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E existe um grupo que nunca abandonou Neymar, as crianças, porque as crianças enxergam o que muitos adultos esqueceram de enxergar. Elas enxergam alegria. Elas não ligam para os debates políticos da internet. Não querem saber se ele vota na direita. Não ligam para jornalistas amargurados. Não ligam para a rivalidade ideológica. As crianças veem o drible, a fantasia, a magia, e para uma geração inteira. Neymar é o herói da infância. Milhões de meninos começaram a jogar bola por causa dele. Começaram a cortar o cabelo igual ao dele, a comemorar igual a ele, a usar a camisa 10 por causa dele. Isso não se compra, isso é impacto cultural. E agora a Copa do Mundo de 2026 aparece no horizonte - a última Copa de Neymar. E essa frase emociona muita gente, porque o brasileiro sabe, quando Neymar está saudável e feliz, o Brasil acredita, e depois dessa Copa, vai ser muito difícil acreditarmos que aparecerá um outro Neymar. A expectativa é enorme. Muitos torcedores sonham em ver Neymar mais maduro, mais experiente e ainda decisivo. Um jogador que talvez não tenha a explosão dos 22 anos, mas tenha algo muito mais perigoso: a experiência, visão, inteligência, liderança. Existe uma sensação no coração do torcedor brasileiro de que Neymar ainda tem algo para entregar ao mundo. Como se a história dele com a seleção ainda não tivesse terminado. Talvez o futebol esteja devendo uma Copa para Neymar, porque poucos jogadores sofreram tanto emocionalmente em mundiais. Em 2014, a lesão cruel. Em 2018, a pressão absurda. Em 2022, as lágrimas após aquela eliminação contra a Croácia. E mesmo assim, ele nunca abandonou a seleção, nunca virou as costas para o Brasil, mesmo sendo atacado diariamente. Isso também precisa ser reconhecido.

Paternidade, Fortuna E Raízes Brasileiras

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Fora de campo, existe um lado que muitas pessoas ignoram completamente - o Neymar Pai. Quando vemos Neymar com seus filhos, aparece um homem completamente diferente do personagem que tentam criar na internet. Ele é carinhoso, presente, brincalhão e afetuoso. E talvez isso incomode ainda mais quem tenta pintá-lo como vazio, como superficial. Porque a verdade é que Neymar demonstra um amor gigantesco pelos filhos. Ele falou diversas vezes sobre como a paternidade mudou a sua vida, e quem acompanha de perto percebe existe um Neymar muito mais humano do que aquele retratado pelas manchetes. Talvez exista uma tentativa constante em atacar Neymar por ele ser rico, por ter helicóptero, por ter mansões, por ter aviões, como se o sucesso fosse um pecado. Mas poucas pessoas trabalham com tanta pressão desde jovens quanto Neymar. Ele virou um fenômeno mundial ainda adolescente, sal do Brasil cedo, carregou expectativas gigantescas, virou marca global, e construiu um patrimônio impressionante ao longo da carreira. Estimativas apontam fortunas de bilionárias acumuladas entre salários, publicidades e investimentos. em contratos de imagem e publicidade, Neymar movimenta cifras gigantescas até hoje. E, sinceramente, ele merece. Porque Neymar virou uma marca mundial sem abandonar as suas raízes brasileiras. Ele nunca tentou parecer um europeu, nunca tentou esconder quem era. Sempre foi o menino brasileiro do drible.

2026 No Horizonte E O Sonho Do Hexa

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Existe algo muito simbólico acontecendo em 2026. Pela primeira vez, Neymar talvez chegue sem aquela obrigação impossível de salvar o futebol brasileiro sozinho. Agora existe uma geração nova, jogadores mais experientes ao seu redor, menos peso individual. E isso pode libertar Neymar, pode fazer o Brasil assistir novamente aquele jogador leve, feliz, criativo e solto. O Neymar que encanta o mundo. Imagine a cena, Copa do Mundo de 2026, hino nacional, crianças usando a camisa 10, olhos brilhando e Neymar entrando em campo. E quem sabe? Quem sabe na final da Copa do Mundo trazendo o Hexa para o Brasil. Imagine essa cena, Neymar levantando o troféu. Talvez alguns adultos que não suportam que ele não vote na esquerda continuem criticando, mas a maioria, como eu, continua acreditando. E as crianças? As crianças vão sorrir, porque para elas, Neymar representa algo raro no futebol moderno, que é a alegria. E sabe o que é mais curioso? O tempo sempre coloca as coisas no seu lugar. Hoje, muita gente critica Neymar, mas daqui a alguns anos o Brasil vai sentir saudade. Saudade da ousadia, do drible, da personalidade, do entretenimento, da emoção, porque jogadores assim aparece muito pouco, muito pouco mesmo, talvez de 50 em 50 anos. Neymar não é perfeito, nenhum ícone é. Mas talvez o maior erro do Brasil tenha sido exigir perfeição de alguém que nasceu apenas para jogar futebol e emocionar pessoas, e nisso ele conseguiu como poucos. No fim das contas, quando a bola rola, milhões param para assistir, e isso é grandeza. Esse foi um episódio sobre Neymar, um episódio sobre a injustiça, sobre a sua família e sobre a esperança que nós temos de trazer o hexa para um Brasil tão sofrido, um Brasil que realmente merecia essa alegria de sorrir numa segunda-feira sabendo que o Brasil é hexa campeão mundial. Esse foi o episódio, sim, sobre o último camisa 10 que fez as crianças acreditarem novamente na magia do futebol brasileiro.

Gratidão, Convite E Despedida

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Muito obrigado por ouvir mais esse episódio. Junte-se aos milhares de pessoas que fazem download dos nossos episódios. Esse é o seu podcast, o Podcast Pode Cria. Espero ver vocês no próximo episódio, se o nosso Deus Soberano nos permitir. Bye, gente.

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